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Heróis e vilões travam combate épico em nova área do Hopi Hari

Super vilões contra super heróis. Batalhas épicas e poderosas, com personagens marcantes e icônicos. O mundo dos heróis e dos super poderes sempre nos encantou e habitou nosso imaginário. Um mundo que acompanhamos nos desenhos animados, filmes e HQ’s. Mas no Hopi Hari, que durante toda sua existência, recebeu cerca de 20 milhões de visitantes, esse mundo nunca esteve tão perto quanto agora. Nessa quarta-feira, dia 19/12, o VamosNessa acompanhou a coletiva de lançamento da nova área de Aribabiba, agora lar dos mais terríveis vilões e dos famosos heróis da Liga da Justiça.

Palácio da Justiça

A coletiva aconteceu no “Palácio da Justiça”, totalmente tematizado com o tema. O cuidado com os detalhes é facilmente percebido: até a lanchonete do local entrou na brincadeira. Os nomes dos lanches são onomatopéias, comuns em cenas de ação nas HQ’s.

Entrada do Palácio da Justiça.
Entrada do Palácio da Justiça.

Cristina Tuna, Gerente Geral de Marketing, abriu a coletiva. “A proposta é entender, degustar, saber o que estamos oferecendo”, disse, após convidar os repórteres presentes para vivenciar a experiência do local. Ela apresentou os executivos responsáveis por liderar essa transformação no parque: Armando Pereira Filho, CEO do Hopi Hari; Marcos Zambelli, Gerente de Conteúdo do parque; Marcos Bandeira de Mello, gerente Geral da Warner Bros. Consumer Products no Brasil; e de Jefrey Whalen, vice-presidente sênior e gerente Geral da Warner Bros. Consumer Products.

Armando Pereira foi o primeiro a falar. “Esse é o início de uma nova era no entretenimento. É um movimento que vai se alinhar ao movimento do Turismo brasileiro”. De acordo com Armando, a nova Aribabiba é uma área para toda a família, uma experiência para ser compartilhada.

Armando também comentou sobre a parceria entre o Hopi Hari e a Warner Bros, dizendo que o acontecimento reforça o comprometimento entre as duas empresas. Além disso, também lançou o parque como um canal de mídia, outra oportunidade de negócio promovida pelo parque. “Além de ser um centro de entretenimento, também somos um canal de mídia. Teremos aqui grandes marcas anunciantes”.

 
Armando Pereira, CEO do Hopi Hari.
Armando Pereira, CEO do Hopi Hari.
 

O Chamado da Deusa Hari

Em seguida, Marcos Zambelli, que foi responsável pelo desenvolvimento da nova área, tomou a palavra para explicar como os heróis chegaram ao Hopi Hari: tudo estava em paz em Hopi Hari. Mas um certo dia, os piores vilões da galáxia decidiram tomar o país mais divertido do mundo, porque eles precisavam tomar posse dessa fonte de alegria e sua grande energia e poder. Essa fonte ficava em Aribabiba, a capital do Hopi Hari. Vendo essa ameaça, a deusa Hari mandou um comunicado para os heróis, que vieram prontamente defender o lugar. Quando eles chegaram, levantou-se então a sede dos heróis, o “Palácio da Justiça”. E assim, Aribabiba nunca mais foi a mesma.

Além de falar sobre a história da nova área, Marcos Zambelli também mostrou as novidades nas atrações, todas elas pensadas como uma batalha entre o Bem e o Mal. No próprio Palácio da Justiça há o Cinemotion, um simulador com cinema, que transporta os espectadores para a nave do Lanterna Verde, em uma incrível batalha contra um de seus maiores inimigos, o Parallax. Já a Katapul, famoso looping da área de Aribabiba, agora é uma estação de energia que está sendo atacada por Lex Luthor, brilhante criminoso e arqui-inimigo do Superman, que vem defender o local e travar um embate explosivo com o vilão. Além do ataque ao local, Lex Luthor construiu uma terrível máquina que está sugando a energia da estação. Chamada de Eléktron, a máquina está sob os cuidados do Brainiac, outro supervilão que veio ajudar Lex em seu plano maligno. Além disso, nas redondezas, é possível fazer uma visita ao famoso Planeta Diário, local de trabalho de Clark Kent, o Superman, que aqui é uma loja onde é possível comprar diversos itens de seus heróis preferidos.

Marcos Zambelli, Gerente de Conteúdo do parque.
Marcos Zambelli, Gerente de Conteúdo do parque.

Fazendo agora uma viagem por Gotham City, encontramos o Coringa, que tomou uma oficina de carros e transformou na Dismonti, um local para criar terríveis máquinas. Nas docas, temos os “Truques do Pinguim”, que sob um guarda chuva gigante, guarda vários explosivos. Próximo às docas, a Mulher Gato prepara uma astuta armadilha para a Mulher Maravilha: a Tokaia. E por fim, o Bat-Hatari é uma perseguição implacável entre o Batman em seu Batmóvel, e o estrondoso vilão Bane.

Para ajudar os visitantes a entrarem no clima dos heróis e vilões de uma maneira mais divertida, existe a Hero Shopi, com artigos especiais: lá você pode encontrar tudo o que precisa para se transformar em um herói, como capas, uniformes, acessórios, entre outros fantásticos itens.

Warner em crescimento

Em seguida, Marcos Mello enumerou três pontos importantes sobre a parceria entre Hopi e Warner e sobre o crescimento da Warner, em entretenimento e no setor de parques temáticos. O primeiro deles foi sobre a qualidade da experiência vivida na nova área de Hopi Hari, uma verdadeira imersão em uma história, como em um filme ou HQ.

O segundo ponto foi sobre a importância desse passo da Warner nesse setor do entretenimento, passando a oferecer uma plataforma para parques temáticos, provendo uma experiência única e interativa. E por fim, sobre a DC Comics e seus personagens icônicos, que vem oferecendo no mercado uma experiência original que começou com o lançamento do filme do Lanterna Verde, acompanhada pelo fim da trilogia Batman, de Christopher Nolan, e que terá continuidade em 2013, com o lançamento de Man of Steel, novo filme que reinicia a franquia de filmes do Superman. Essa experiência também se espalha em outras iniciativas, como séries na TV, desenhos animados, entre outros.

Por fim, Jefrey Whalen tomou a palavra para agradecer a todos pela presença, e dizer, em inglês, que essa é uma década de muita importância para o Brasil, fazendo assim referência para os dois maiores acontecimentos esportivos da atualidade: a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016, ambos no Brasil. O movimento que esses dois grandes eventos trarão, irá gerar um crescimento nunca visto antes para o setor de Turismo brasileiro.

Para marcar o final da coletiva, o Coringa invadiu o local, caçoou de todos e, é claro, fez o que sabe fazer de melhor: gargalhar sinistramente e esbanjar sua personalidade cínica e megalomaníaca. Mas ele fez isso dentro do Palácio da Justiça. Logo, não demorou até que o Batman aparecesse, envolto sob uma pesada névoa, e expulsasse o vilão, que saiu com uma expressão nem um pouco engraçada.

Entrevista

O VamosNessa teve a oportunidade de conversar com Marcos Mello, gerente Geral da Warner Bros. Consumer Products no Brasil, e perguntar sobre as diferenças entre as duas áreas temáticas baseadas em produtos da Warner, e sobre os planos da gigante do entretenimento para a nova área.

VamosNessa: quais são as principais diferenças entre a área de Looney Tunes, localizada em Infantasia, e a nova Aribabiba, que abriga a Liga da Justiça?

Marcos: Acredito que são duas principais diferenças. A primeira delas é demográfica: os Looney Tunes têm um perfil mais infantil, voltado para crianças de quatro a oito anos. Já a Liga da Justiça é mais teenager, com um público mais jovem. E também há a diferença em termos de storytelling: aqui, com a Liga da Justiça, existe uma imersão mais profunda dentro da história da área.

VamosNessa: Há rumores sobre futuros lançamentos de produtos referentes aos heróis, como um possível filme sobre a Liga da Justiça. Como esses lançamentos irão se refletir no parque?

Marcos: O parque será usado também como uma plataforma de promoção para esses novos produtos. E com o lançamento de novos filmes, há a oportunidade do parque se revestir, se renovar. Afinal, a história dessa nova área não termina aqui, ela sempre se renova.

Ao final da coletiva, tivemos a oportunidade de atravessar os mundos nessa incrível área, com um ar de aventura nunca visto antes. O detalhismo impecável ajuda muito o visitante a se ver dentro da história. A cenografia encanta e confunde ao mesmo tempo. Será que estamos mesmo em Hopi Hari? Ou estamos em Gotham City? Ou em Metrópolis? Veja as fotos no final da matéria e tire suas próprias conclusões!

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